Look que usei para jantar no Maní

Ir a um restaurante vai muito além de sentar-se à mesa e comer bem. Envolve toda a experiência vivenciada desde o momento de chegada a ele. A gastronomia está entre os meus grandes amores (depois da moda rs) e, por isso, trago muito esse conteúdo para vocês.

As melhores experiências gastronômicas marcam a nossa memória, seja pelo cheiro, sabor ou algo de diferente proporcionado pelo chefe.

Nesse último final de semana fui a São Paulo (quem acompanhou pelo Instagram e InstaStories viu que fui participar do Seminário Internacional de Consultoria de Imagem) e aproveitei para conhecer o famoso Maní, da chefe Helena Rizzo. As expectativas foram altas, o restaurante é muito bem consolidado no cenário da gastronomia nacional e eu estava ansiosa pela experiência! Aproveitei que o marido se animou de ir a São Paulo comigo e lá fomos nós conhecer o Maní.

Existem algumas maneiras de conhecer a gastronomia proporcionada pela Helena, desde o menu degustação (são 3 opções desse tipo de serviço)  ao serviço à la carte. A nossa opção nesse dia foi pelo menu à la carte, mas confesso que ficamos desejando o menu degustação para uma próxima vez.

Além de muito aconchegante, o ambiente é bem brasileiro, assim como o cardápio que traz a culinária brasileira contemporânea. Sabe aquela sofisticação simples?! É exatamente assim!

Assim que chegamos a fila já estava bastante grande, mas o corredor de entrada comporta bem. O abre alas escolhido foi o bolinho de mandioquinha com carne-seca, queijo da Serra da Canastra e vinagrete de abóbora. Para beber, Cosmopolitan, que estava especial!

(Obs: foto tirada na saída, quando o restaurante já estava vazio. Quando chegamos, esse corredor estava lotado!)

Tudo lá é diferenciado, até mesmo o clássico drink Cosmopolitan

Em seguida, partimos para a entrada. A nossa escolha foi o Ovo do Maní: cozido a 63º durante uma hora e meia, sobre espuma de pupunha. Acabei não fotografando esse prato (quem assistiu aos InstaStories pôde conferir). Mas, posso dizer que foi o melhor ovo da vida. Divino!

Seguimos então com os principais. As escolhas foram: 1) peixe do dia laqueado com tucupi preto acompanhado de repolho, folha de mostarda, pera a gohan; 2) magret de pato com abóbora assada, caqui, radicchio e óleo de nêsperas.

Ambos estavam incrivelmente saborosos! Qualidade inquestionável de produtos, mix de sabores que passeiam entre o doce e o salgado, o amargo e o melado…só de lembrar me dá água na boca. Recomendo os dois!

O vinho escolhido para harmonizar com os pratos foi o tinto Andes Plateau. Apesar de não ser o mais adequado para acompanhar o prato de peixe, estava tão friozinho que não conseguimos pensar em nada diferente de um vinho tinto. Esse vinho chileno da Cordilheira dos Andes é um corte de cabernet sauvignon, cabernet franc, syrah e malbec. Bastante encorpado, de aromas e sabores intensos.

Os principais também estava maravilhosos

O vinho chileno harmonizou muito bem

Por último, a sobremesa. Confesso que não sou muito de doces e acabo indo sempre para as sobremesas de chocolate. Mas, como estava no Maní…resolvi arriscar e pedir algo inusitado. Dá uma olhadinha nessa sobremesa:

A sobremesa mais criativa que já comi

DA LAMA AO CAOS. Esse é o nome que intitula essa obra de arte e essa é a sensação ao saboreá-la. Agora vou explicar o que é ela: doce de berinjela defumada, coalhada seca, pele de lima da Pérsia, gelatina de flor de laranjeira, pistaches caramelados, crocante de massa Kneff e sorvete de gergelim preto.

O mix de sensações e de sabores é inexplicável. Um dos pratos mais diferentes que já experimentei e, confesso, repetiria. Apenas esplêndido!!!

Percebem como o sorvete de gergelim preto nos faz associar a lama? E o crocante de massa Kneff seria o caos… quando eu digo que tudo é arte eu penso em uma experiência como essa.

Preciso falar que foi inesquecível?!

Você pode conhecer mais do Maní clicando aqui .

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *